Denúncia

Cooperativa de Barra Velha investigada por fraudes em licitações é suspensa pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário

A Cooperativa dos Agricultores Rurais de Barra Velha (Cooper Barra) foi oficialmente suspensa do Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) após decisão da Superintendência Federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) em Santa Catarina. O ato foi assinado pelo superintendente José Fritsch nesta segunda-feira (23) e tem caráter preventivo, com base em […]

Por: Juvan Neto
(atualizado em 24/06/2025 às 06h46)

A Cooperativa dos Agricultores Rurais de Barra Velha (Cooper Barra) foi oficialmente suspensa do Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) após decisão da Superintendência Federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) em Santa Catarina.

O ato foi assinado pelo superintendente José Fritsch nesta segunda-feira (23) e tem caráter preventivo, com base em indícios de fraudes a processos licitatórios identificados por órgãos de controle junto à cooperativa, sediada em Barra Velha.

Segundo Fritsch, a medida impede temporariamente a participação da cooperativa em editais, chamadas públicas e licitações do Governo Federal, enquanto são apuradas as suspeitas de corrupção apontadas na operação “Pertinácia”, deflagrada pela Polícia Federal em 10 de junho último.

A investigação, conduzida no último dia 10 pela 3ª Delegacia de Combate à Corrupção (Decor), teve como foco um esquema de fraudes em compras de alimentos da agricultura familiar em Barra Velha, com apoio do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC).

Segundo a PF, a cooperativa teria sido estruturada com o objetivo de fraudar processos licitatórios em prefeituras, gerando lucros milionários e comprometendo a concorrência no setor. A investigação é continuidade da Operação Triangular, de 2022, que apurou fraudes similares.

A cooperativa barra-velhense tornou-se a principal contratada por municípios catarinenses no setor, e em 2022, na primeira denúncia investigada, o grupo comercializava com as prefeituras de Barra Velha, São João do Itaperiú e pelo menos outras três.

A ação contou com o apoio do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC) e do Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil.

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Foto: DIVULGAÇÃO e ARQUIVO / POLÍCIA CIVIL E TCE/SC.

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