Santa Catarina

Dive esclarece casos de febre maculosa em SC

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive) esclarece que o estado tem registro de quadros leves de febre maculosa e destaca como se prevenir da doença

Redação Marazul
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Redação
Publicado em 15 de junho de 2023 às 08h38

A morte de três pessoas por febre maculosa no estado de São Paulo chamou atenção para os riscos da doença. A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive) esclarece que o estado tem registro de quadros leves de febre maculosa e destaca como se prevenir da doença.

A febre maculosa é uma doença transmitida pela picada do carrapato infectado com a bactéria do gênero Rickettsia. A transmissão acontece quando o animal infectado fica aderido ao corpo da pessoa ou também pela penetração das bactérias em lesões de pele, através do esmagamento do carrapato.

No Brasil, o principal vetor da febre maculosa é o carrapato-estrela, que é encontrado especialmente em capivaras.

O estado registrou 41 casos de febre maculosa em 2022. Neste ano, até agora, já são 18 casos confirmados. “É importante destacar que Santa Catarina não tem registro de óbitos por febre maculosa, justamente porque a bactéria encontrada no estado é a que produz quadros menos graves. Mas é preciso estar atento à prevenção e aos sintomas da doença”, destaca Ivânia Folster, gerente de zoonoses da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC (DIVE/SC).

Os sintomas da febre maculosa são: Febre; Cefaleia; Mialgia intensa; Mal-estar generalizado; Náuseas e vômitos; Exantema máculo-papular (acometendo principalmente região palmar e plantar); Linfadenopatia; Escara de inoculação (lesão no local onde o carrapato ficou aderido).

“Os sintomas podem aparecer entre o segundo e o 14º dia de exposição. É sempre importante procurar por atendimento médico ao apresentar sinais e sintomas. O médico vai fazer a avaliação, investigando se a pessoa mora e/ou esteve em local de mata, floresta, fazendas, trilhas ecológicas e se ela pode ter sido picada por um carrapato. Além disso, são realizados exames para confirmar o diagnóstico”, explica Ivânia.

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