Em fase de colheita, Araquari anuncia expectativa de 550 toneladas de maracujá nesta safra

A colheita do maracujá segue a todo vapor em Araquari. O bom regime de chuvas

Publicado em 20/03/2025 14h00 | Atualizado há 41 dias

A colheita do maracujá segue a todo vapor em Araquari. O bom regime de chuvas contribuiu para a produção, e a safra não enfrentou grandes problemas com pragas e doenças, o que rendeu boa produtividade. Juntos, os 25 produtores devem colher, até o fim de junho, 550 toneladas da fruta.

O desafio deste ano está no preço. O quilo do maracujá está sendo comercializado entre R$ 4 e R$ 5 reais, bem abaixo do esperado. Esse valor se dá, pela oferta e procura. O aumento na produção da fruta no Sul do Estado baixou o valor pago no mercado.

Embora o maracujá ainda esteja no pé, os produtores já planejam o próximo plantio. Uma reunião realizada entre a Prefeitura e os empreendedores rurais definiu a quantidade de mudas que devem ser plantadas, cerca de 43 mil pés, número semelhante ao plantado na safra 2024/2025.

O Município subsidia 100% da compra das mudas e presta assessoria técnica, e cabe ao produtor arcar com as demais despesas do manejo, como aplicação de insumos e adubo.

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Foto Divulgação / PMA.

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A colheita do maracujá segue a todo vapor em Araquari. O bom regime de chuvas

Publicado em 20/03/2025 14h00 | Atualizado há 41 dias

A violência contra a mulher tem sido debatida por organizações do litoral norte catarinense. As discussões tem avançado sobre os sistemas judiciários de atendimento às demandas femininas e são encabeçados pelo Coletivo Mulheres do Brasil em Ação (o CMBA). Em Balneário Piçarras, um espaço reservado que já existe para acolher mulheres vítimas de violência domésticas corre o risco de fechar por falta de verbas para manutenção que hoje conta com algumas doações e pessoal voluntário. Apenas no mês de janeiro em Balneário Piçarras foram decretadas dez medidas protetivas.

Movimento busca trazer atendimento para as mulheres vítimas de violência doméstica.
Movimento busca trazer atendimento para as mulheres vítimas de violência doméstica.

O CMBA também criou a primeira casa de referência de atendimento à mulher com equipe especializada que atua voluntariamente em Balneário Piçarras. A casa é sigilosa para reservar a integridade das mulheres violentadas, criadas unicamente com esforços da sociedade civil.

Um dos objetivos da organização é evitar o feminicídio e desde que o Coletivo começou a atuar nas principais cidades do litoral norte em 2019 não houve registro do crime.

A presidente da CMBA, Regina dos Santos, explicou que o espaço é um início para oportunizar o atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica para que seja possível oferecer orientação jurídica e psicológica, com atendimento de mulheres de diversas cidades. Ela comenta que essa criação foi iniciada apenas com esforços da sociedade civil sem ajuda governamental.

O CMBA se formou em 2018 em meio a uma festa designada Festa da Mulherada em Barra Velha que reuniu cerca de 100 mulheres que acompanharam palestras, expressões artísticas e caminhadas. A reunião se transformou no Coletivo e formou também 32 promotoras legais populares.

O secretário de Assistência Social de Balneário Piçarras, Paulo Debatin, foi questionado pela Rede Marazul para saber se há possibilidade de auxiliar o movimento. Na tentativa de auxiliar a iniciativa, ele indicou que o Serviço Único de Assistência Social (SUAS) pode prestar auxílio técnico ou financeiro às organizações da sociedade civil cadastradas junto ao SUAS. O mesmo avaliou a intenção do CMBA como uma iniciativa importante, mas que poderia apenas prestar o auxílio na inscrição junto ao sistema para formalização de parceria.

Confira o vídeo em que o secretário Paulo Debatin esclarece as possibilidades de parceria com o Coletivo Mulheres do Brasil em Ação:

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