BC reduz em mais de 94% os casos de dengue

Queda expressiva no primeiro trimestre reflete investimentos, tecnologia e ações de combate no município.
Por Luiza Kramer 02/04/2026 07h48 - Atualizado em 02/04/2026 07h48

Notícias em primeira mão

Entre no nosso grupo do WhatsApp e receba os destaques em tempo real.

Entrar

Os casos de dengue despencaram em Balneário Camboriú no primeiro trimestre de 2026. Entre janeiro e março, foram confirmados apenas cinco registros da doença, contra 92 no mesmo período do ano passado e uma redução de mais de 94%, segundo a Vigilância Ambiental.

A cidade já vinha apresentando melhora após a epidemia de 2023 e 2024, quando somou mais de 11 mil casos e 13 mortes. Em 2025, houve queda de 89% e nenhum óbito.

De acordo com a Secretaria de Saúde, o resultado reflete ações como novos inseticidas, ampliação do fumacê, uso de drones, veículos e visitas domiciliares.

Também foi adotada a tecnologia Wolbachia, que libera mosquitos modificados para reduzir a transmissão do vírus, além da vacinação de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.

Queda expressiva no primeiro trimestre reflete investimentos, tecnologia e ações de combate no município.

BC reduz em mais de 94% os casos de dengue

Queda expressiva no primeiro trimestre reflete investimentos, tecnologia e ações de combate no município.
Por Luiza Kramer 02/04/2026 07h48 - Atualizado em 02/04/2026 07h48

Notícias em primeira mão

Entre no nosso grupo do WhatsApp e receba os destaques em tempo real.

Entrar

Os casos de dengue despencaram em Balneário Camboriú no primeiro trimestre de 2026. Entre janeiro e março, foram confirmados apenas cinco registros da doença, contra 92 no mesmo período do ano passado e uma redução de mais de 94%, segundo a Vigilância Ambiental.

A cidade já vinha apresentando melhora após a epidemia de 2023 e 2024, quando somou mais de 11 mil casos e 13 mortes. Em 2025, houve queda de 89% e nenhum óbito.

De acordo com a Secretaria de Saúde, o resultado reflete ações como novos inseticidas, ampliação do fumacê, uso de drones, veículos e visitas domiciliares.

Também foi adotada a tecnologia Wolbachia, que libera mosquitos modificados para reduzir a transmissão do vírus, além da vacinação de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.