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Defesa Civil alerta para enxames de abelhas em Balneário Camboriú

Espécie Apis mellifera pode pousar temporariamente na orla; população deve acionar Bombeiros e evitar aproximação.
Publicado em 05/01/2026 10h41 | Atualizado há 7 horas

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A Prefeitura de Balneário Camboriú, por meio da Defesa Civil e da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semam), emitiu orientações sobre a presença de enxames de passagem da espécie Apis mellifera na orla da praia. Os insetos podem pousar temporariamente em locais como quiosques, lixeiras e estruturas, especialmente nesta época do ano.

Segundo o diretor da Semam, Lucas Wendhausen Pollon, o fenômeno é chamado de “enxameação”, processo natural de reprodução das colônias. Trata-se da saída em massa de parte da população da colmeia em busca de um novo local para se estabelecer. Durante esse deslocamento, os enxames tendem a ser menos agressivos, mas movimentação intensa e calor podem provocar ataques.

A recomendação é acionar o Corpo de Bombeiros pelo 193 para isolar a área e monitorar a situação. A remoção, quando necessária, deve ser feita por equipe especializada, preferencialmente à noite.

A coordenadora da Defesa Civil, Jhully Martins, reforça que o principal risco é a aproximação indevida das pessoas. Fotografar, provocar ou tentar eliminar o enxame aumenta o perigo de acidentes. Além disso, matar abelhas é crime ambiental no Brasil e causa prejuízos ao equilíbrio ecológico.

Orientações principais:

  • Manter a calma
  • Isolar o local
  • Acionar o Corpo de Bombeiros (193)
  • Não fazer fumaça
  • Não jogar água
  • Evitar ruídos e máquinas próximas
  • Jamais tentar eliminar o enxame

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Balneário Camboriú

Espécie Apis mellifera pode pousar temporariamente na orla; população deve acionar Bombeiros e evitar aproximação.

Por Luiza Kramer

Publicado em 05/01/2026 10h41 | Atualizado há 7 horas

A Prefeitura de Balneário Camboriú, por meio da Defesa Civil e da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semam), emitiu orientações sobre a presença de enxames de passagem da espécie Apis mellifera na orla da praia. Os insetos podem pousar temporariamente em locais como quiosques, lixeiras e estruturas, especialmente nesta época do ano.

Segundo o diretor da Semam, Lucas Wendhausen Pollon, o fenômeno é chamado de “enxameação”, processo natural de reprodução das colônias. Trata-se da saída em massa de parte da população da colmeia em busca de um novo local para se estabelecer. Durante esse deslocamento, os enxames tendem a ser menos agressivos, mas movimentação intensa e calor podem provocar ataques.

A recomendação é acionar o Corpo de Bombeiros pelo 193 para isolar a área e monitorar a situação. A remoção, quando necessária, deve ser feita por equipe especializada, preferencialmente à noite.

A coordenadora da Defesa Civil, Jhully Martins, reforça que o principal risco é a aproximação indevida das pessoas. Fotografar, provocar ou tentar eliminar o enxame aumenta o perigo de acidentes. Além disso, matar abelhas é crime ambiental no Brasil e causa prejuízos ao equilíbrio ecológico.

Orientações principais:

  • Manter a calma
  • Isolar o local
  • Acionar o Corpo de Bombeiros (193)
  • Não fazer fumaça
  • Não jogar água
  • Evitar ruídos e máquinas próximas
  • Jamais tentar eliminar o enxame

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