Vereadores fixam ‘vale-alimentação’ para eles próprios em R$ 470 e presidente da Câmara ainda admite que esperava valor maior

Por Juvan Neto 17/10/2025 07h04 - Atualizado em 17/10/2025 07h04

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Os vereadores de Barra Velha fixaram e confirmaram nesta noite de quinta-feira, dia 16 de outubro, durante a sessão ordinária da Câmara de Vereadores, o que para muitos é um privilégio autoconcedido para eles próprios: o vale-alimentação, que será mensal através de um cartão pago aos parlamentares, no valor de R$ 470.

O valor inicialmente ventilado na imprensa e na comunidade – o qual seria entre R$ 1.200 e R$ 1.500 – acabou não sendo adotado após pressões da comunidade nas redes sociais e perante o próprio parlamento; a adoção de um índice menor para esse valor, segundo falou o presidente da Casa de Leis Diego Moraes (PP), foi o índice já pago aos servidores públicos municipais.

Em seu discurso, Diego justificou o autobenefício, alegando que a Câmara tem orçamento próprio para esse subsídio, e mesmo assim, entregará ao final do ano índice estimado em R$ 3 milhões para a Prefeitura.

Em determinado momento de sua fala, Diego chegou a admitir não apenas que o projeto partiu deles próprios, que já recebem um salário mensal de R$ 10.432 do erário público, mas que o valor é considero baixo pelos parlamentares.

Intervenção no bairro Fazenda inclui drenagem e novo asfaltamento para melhorar mobilidade.

Vereadores fixam ‘vale-alimentação’ para eles próprios em R$ 470 e presidente da Câmara ainda admite que esperava valor maior

Por Juvan Neto 17/10/2025 07h04 - Atualizado em 17/10/2025 07h04

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Os vereadores de Barra Velha fixaram e confirmaram nesta noite de quinta-feira, dia 16 de outubro, durante a sessão ordinária da Câmara de Vereadores, o que para muitos é um privilégio autoconcedido para eles próprios: o vale-alimentação, que será mensal através de um cartão pago aos parlamentares, no valor de R$ 470.

O valor inicialmente ventilado na imprensa e na comunidade – o qual seria entre R$ 1.200 e R$ 1.500 – acabou não sendo adotado após pressões da comunidade nas redes sociais e perante o próprio parlamento; a adoção de um índice menor para esse valor, segundo falou o presidente da Casa de Leis Diego Moraes (PP), foi o índice já pago aos servidores públicos municipais.

Em seu discurso, Diego justificou o autobenefício, alegando que a Câmara tem orçamento próprio para esse subsídio, e mesmo assim, entregará ao final do ano índice estimado em R$ 3 milhões para a Prefeitura.

Em determinado momento de sua fala, Diego chegou a admitir não apenas que o projeto partiu deles próprios, que já recebem um salário mensal de R$ 10.432 do erário público, mas que o valor é considero baixo pelos parlamentares.

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