A casa caiu

Moça que traficava 135 quilos de droga com destino a Penha era diretora da prefeitura de Navegantes

Ela estava na relação de comissionados do prefeito Liba Fronza (PSD), e caiu em Joinville, com uma comparsa, após buscar a maconha em Foz do Iguaçu, no Paraná; prefeitura confirmou exoneração A prisão de duas mulheres traficantes de drogas na manhã desta quinta-feira (9), em Joinville, por parte da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) […]

Por: Juvan Neto
(atualizado em 11/10/2025 às 12h07)

Ela estava na relação de comissionados do prefeito Liba Fronza (PSD), e caiu em Joinville, com uma comparsa, após buscar a maconha em Foz do Iguaçu, no Paraná; prefeitura confirmou exoneração

A prisão de duas mulheres traficantes de drogas na manhã desta quinta-feira (9), em Joinville, por parte da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) acabou reservando uma surpresa para os cidadãos de Navegantes: uma das envolvidas ocupava cargo de confiança do prefeito Libardoni Fronza, o Liba (PSD).

Ambas foram presas com cerca de 135 quilos de maconha durante a operação de repressão ao tráfico de drogas em Joinville – erva que seria destinada a distribuição em Penha, segundo informou já na quinta-feira a Marazul Media. A ocorrência foi registrada na BR-101, bairro Vila Nova.

A comissionada de Navegantes foi identificada como diretora do Departamento de Assistência e Bem-Estar Animal (DABA), órgão da da Prefeitura de Navegantes.

Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública, a operação começou após denúncias sobre um veículo suspeito envolvido no tráfico. Por volta das 11h20, equipes do 8º Batalhão de Polícia Militar localizaram o carro e, durante a revista, encontraram a maconha no porta-malas.

As suspeitas afirmaram que haviam sido contratadas para buscar o entorpecente em Foz do Iguaçu (PR) e entregá-lo em Penha. O pagamento acordado pelo transporte seria de R$ 8 mil.

A Secretaria de Proteção e Cuidado Animal da Prefeitura confirmou que, assim que a prisão se tornou pública, a servidora foi exonerada do cargo. Apesar das justificativas do setor, a comunidade criticou o fato de a moça estar traficando drogas durante a semana e supostamente em horário de trabalho.

O departamento justificou que a diretora havia solicitado o uso de banco de horas para poder viajar, e havia alega um problema familiar. Como o DABA promove ações aos fins de semana, como feiras de adoção, é comum o acúmulo de banco de horas. A solicitação da diretora foi concedida por conta destas horas a ver.

O veículo, a droga e as presas foram encaminhados à Polícia Federal.

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Imagens: REDES SOCIAIS e POLÍCIA MILITAR / DIVULGAÇÃO.

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