Internautas e ex-pacientes criticam fisioterapeuta que “dançou” com bebê prematuro dentro de jaleco em Itajaí

O programa Radar Marazul repercutiu nesta quarta-feira (16) o caso do vídeo publicado por um

Publicado em 16/08/2023 15h08

O programa Radar Marazul repercutiu nesta quarta-feira (16) o caso do vídeo publicado por um portal de notícias de Navegantes em que uma fisioterapeuta do Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, foi flagrada dançando com um bebê recém-nascido dentro do seu jaleco, personalizado com o logotipo da unidade hospitalar.

A situação, publicada pelo portal Abre Olho Notícias, gerou uma denúncia acatada pela 4ª Promotoria da Justiça da Vara da Infância e Juventude de Itajaí. A servidora do vídeo seria uma fisioterapeuta, que, com o bebê, dança a coreografia “Desenrola, Bate e Joga de Ladinho”.

O caso veio à tona após a divulgação do vídeo, no qual a funcionária faz a “dancinha”, de maneira irresponsável. Durante o Radar Marazul, vários ouvintes e internautas condenaram a atitude. O programa trouxe ainda a cobrança da Câmara de Vereadores de Itajaí, na pessoa da vereadora Anna Carolina Martins (PSDB) – ela revela inclusive que a criança é prematura -, além da nota do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapeutas Ocupacionais (Crefito), condenando a situação. Acompanhem:

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O programa Radar Marazul repercutiu nesta quarta-feira (16) o caso do vídeo publicado por um

Publicado em 16/08/2023 15h08

A violência contra a mulher tem sido debatida por organizações do litoral norte catarinense. As discussões tem avançado sobre os sistemas judiciários de atendimento às demandas femininas e são encabeçados pelo Coletivo Mulheres do Brasil em Ação (o CMBA). Em Balneário Piçarras, um espaço reservado que já existe para acolher mulheres vítimas de violência domésticas corre o risco de fechar por falta de verbas para manutenção que hoje conta com algumas doações e pessoal voluntário. Apenas no mês de janeiro em Balneário Piçarras foram decretadas dez medidas protetivas.

Movimento busca trazer atendimento para as mulheres vítimas de violência doméstica.
Movimento busca trazer atendimento para as mulheres vítimas de violência doméstica.

O CMBA também criou a primeira casa de referência de atendimento à mulher com equipe especializada que atua voluntariamente em Balneário Piçarras. A casa é sigilosa para reservar a integridade das mulheres violentadas, criadas unicamente com esforços da sociedade civil.

Um dos objetivos da organização é evitar o feminicídio e desde que o Coletivo começou a atuar nas principais cidades do litoral norte em 2019 não houve registro do crime.

A presidente da CMBA, Regina dos Santos, explicou que o espaço é um início para oportunizar o atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica para que seja possível oferecer orientação jurídica e psicológica, com atendimento de mulheres de diversas cidades. Ela comenta que essa criação foi iniciada apenas com esforços da sociedade civil sem ajuda governamental.

O CMBA se formou em 2018 em meio a uma festa designada Festa da Mulherada em Barra Velha que reuniu cerca de 100 mulheres que acompanharam palestras, expressões artísticas e caminhadas. A reunião se transformou no Coletivo e formou também 32 promotoras legais populares.

O secretário de Assistência Social de Balneário Piçarras, Paulo Debatin, foi questionado pela Rede Marazul para saber se há possibilidade de auxiliar o movimento. Na tentativa de auxiliar a iniciativa, ele indicou que o Serviço Único de Assistência Social (SUAS) pode prestar auxílio técnico ou financeiro às organizações da sociedade civil cadastradas junto ao SUAS. O mesmo avaliou a intenção do CMBA como uma iniciativa importante, mas que poderia apenas prestar o auxílio na inscrição junto ao sistema para formalização de parceria.

Confira o vídeo em que o secretário Paulo Debatin esclarece as possibilidades de parceria com o Coletivo Mulheres do Brasil em Ação:

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